domingo, 27 de outubro de 2013
Vasco Graça Moura/ Gérard Castello-Lopes - Em demanda de Moura
Câmara Municipal de Lisboa. Casa Fernando Pessoa 1999; 126 págs.
Poemas em português e francês de Vasco Graça Moura, fotografia de Gérard Castello-Lopes.
Bem conservado.
8€ + portes
Vendido
sábado, 26 de outubro de 2013
Andrew Marvell - The complete poems
George deF. Lord, Everyman's Library, 1993; 275 págs. Poemas em inglês.
Sobrecapa com ligeiros sinais de uso; encadernação e miolo em muito bom estado.
8€ + portes.
Alexandre M. Flores - Romeu Correia: o homem e o escritor - C/ dedicatória do autor
Almada : Câmara Municipal, 1987 1ª edição; 182, [2] p., [10] p. il. ; 24 cm.
Bom exemplar. Com dedicatória do autor. Contém reproduções fotográficas extra-texto - ver fotos.
15€ + portes.
Romeu Correia nasceu em 1917, em Almada, e faleceu em 1996 na mesma cidade. Foi um homem da cultura e do desporto com verdadeira alma almadense, pois muito cedo começou a participar nas atividades da sua terra natal. Viveu intensamente uma primeira fase da sua vida dedicada ao desporto, chegando a campeão nacional em atletismo e boxe. Com a sua mulher, a atleta Almerinda Correia, teve uma escola de atletismo em Almada, propiciando a prática do desporto a muitos jovens nos anos quarenta. Depois de muitas experiências de vida e de variadas profissões, Romeu Correia acaba por seguir a sua vocação literária, que lhe daria os melhores frutos. Destacou-se como dramaturgo e ficionista, inserindo-se inicialmente na corrente neo-realista. Foi, nos últimos anos da sua vida, o autor mais representado por grupos profissionais e amadores de teatro em Portugal, recebendo o Prémio 25 de Abril atribuído pela Associação de Críticos Teatrais, em 1984. Além do seu teatro de cariz humanísta e de raízes populares, a sua ficção merece toda a atenção, pois é a face da sua obra menos conhecida do grande público, e sem razão.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Rui Baião - Quiasma - 1ª edição/ Raro
Edição do autor, 1982 - 1ª edição. Bastante invulgar. 15€ + portes.
Exemplar bem conservado, com uma ou outra pequena mancha de oxidação. Pequeno formato.
Vendido
Vendido
Estátuas portuguesas - Olhares de Pedra
Prosafeita, 2004
319 págs.
10€ + portes
Bom estado geral. Obra composta por fascículos soltos - completa. Profusamente ilustrado.
Diamantes - No coração da Terra, no coração das Estrelas, no coração do Poder
Medialivros, S.A., 2005
352 págs.
20€ + portes
Bem conservado. Em fascículos soltos, profusamente ilustrados. Grande formato.
Sucessivamente jóia, adorno ligado ao poder ou instrumento de alta tecnologia, o diamante exerce um fascínio sem igual. Este livro ilustrado por uma iconografia notável, rica e variada, redigido por uma equipa de conhecedores, explora o universo desta pedra excepcional, desvendando os seus aspectos mais inesperados. Constitui o estudo mais completo jamais realizado sobre o diamante, do seu nascimento agitado no coração da Terra ou no Cosmos à sua história milenar entre os homens.
O grande livro das antiguidades - Em fascículos soltos
Rebo, 2ª edição - 2002
593 págs.
20€ + portes
Bem conservado. A obra está completa, mas os fascículos estão soltos. Profusamente ilustrado. Grande formato.
Manuel António Pina - Os papéis de K.
Assírio & Alvim, 2003
77 págs.
8€ + portes
Exemplar como novo.
Vendido.
Os Papéis de K.» foi a primeira obra de ficção que Manuel António Pina publicou, como explicava o próprio em entrevista ao JL a 23 de julho de 2003: «Trata-se, fundamentalmente, acho eu, de um texto sobre a memória, isto é, sobre tudo. E sobre o tempo. Há um personagem ausente que terá deixado um manuscrito e há alguém que confusamente recorda o que, acerca dele, lhe terá dito uma terceira pessoa, recordando-se também. [...] Tinha a história na cabeça há quase 20 anos, desde uma viagem ao Japão, e em especial a Nagasaki, em 1984, durante a qual comecei a interessar-me pelo xintô (o xintô, o kami-no-michi, ou a via dos deuses, é o pano de fundo do livro). Mas não sabia como pegar-lhe. Até que, recentemente, a escrevi quase de um fôlego, em duas ou três noites. Depois reescrevi-a várias vezes. A versão agora publicada é, salvo erro, a 18ª. Sei-o porque, como guardava as versões num CD não regravável, tinha que as ir numerando para o CD as aceitar. É, de facto, a primeira obra de ficção que publico (e, se calhar, a última, embora tenha para aí alguns contos). Mas julgo que não está substancialmente muito longe da poesia que tenho escrito...
Manuel António Pina - Nenhuma palavra e nenhuma lembrança
Assírio & Alvim, 1999
53 págs.
7.50€ + portes
Como novo.
Vendido.
“Nunca como neste último livro foi tão profunda, exaustiva e cativante a interrogação de Manuel António Pina sobre o poder-ser da poesia e a sua ínvia relação com a memória. (…) Nesse sentido, e para lá da insistente melancolia que atravessa este livro, talvez pudéssemos falar de uma mística da escrita poética, particularmente visível numa fórmula adaptada de Angelus Silésius: "Escrever sem porquê" (pág. 52). Apesar de reconhecida a fragilidade das palavras (‘também elas são mortais’ — pág. 23) ou até do facto de estas serem questionadas como caminho para a morte ("não é a morte o que as palavras procuram?" — pág. 12), prevalece uma obstinação de dizer. Obstinação que se funda em si mesma, de um modo desencantado, é certo, mas também jubiloso, porque capaz de inquieta e inquietante poesia: "Como saberei o que fazer com tantas palavras,/ náufrago de palavras/ na tormenta de antigos sentidos/ e de antigas dúvidas,/ sem outra coisa que me proteja/ senão mais palavras?" (pág. 26). E são livros, como este, discretamente essenciais, que nos provam que, afinal, até há naufrágios felizes”.
Manuel de Freitas, in “As palavras escrevem-se no escuro”, Expresso, 16 de Outubro de 1999.
"AS VOZES
A infância vem
pé ante pé
sobe as escadas
e bate à porta
— Quem é?
— É a mãe morta
— São coisas passadas
— Não é ninguém
Tantas vozes fora de nós!
E se somos nós quem está lá fora
e bate à porta? E se nos fomos embora?
E se ficámos sós?"
Manuel de Freitas, in “As palavras escrevem-se no escuro”, Expresso, 16 de Outubro de 1999.
"AS VOZES
A infância vem
pé ante pé
sobe as escadas
e bate à porta
— Quem é?
— É a mãe morta
— São coisas passadas
— Não é ninguém
Tantas vozes fora de nós!
E se somos nós quem está lá fora
e bate à porta? E se nos fomos embora?
E se ficámos sós?"
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
John Steinbeck - A um Deus desconhecido
Publicações Europa-América, 1958
Colecção: Os livros das três abelhas
Edição de bolso
278 págs.
3€ + portes
Algum desgaste e amarelecimento.
Manuel de Freitas - Me, Myself and I
Assírio & Alvim, 2005
70 págs.
Novo
8€ + portes
Vendido.
«Me, Myself and I — autobiografia e imobilidade na poesia de Al Berto» é o segundo ensaio que Manuel de Freitas escreve sobre o autor de «O Medo». Desta vez, é dada especial atenção à confluência de elementos «diarísticos»/biográficos na obra de Al Berto, sendo ainda proposta uma «leitura» das várias fotografias de si mesmo que encontramos nos livros do poeta. Na capa, reproduz-se um pormenor da fotografia tirada pelo próprio Al Berto, originalmente publicada em «Uma Existência de Papel».
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